A família cristã pode marcar diferença para os “irmãos de fé”, colocando em prática a recomendação de Paulo: “Façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6.10). Porém, pode e deve, marcar diferença para esta sociedade “corrupta e perversa” em que estamos inseridos (Fp 2.15).
Esta diferença engloba várias circunstâncias que não podemos estar esquecidos delas. Se no passado, o crente alimentou certos estereótipos, dos quais lamentamos hoje; todavia, hoje, precisamos ser responsáveis na construção de uma vida cristã autêntica.
Mas, se temos que lutar para abolir certos pensamentos, por outro lado, há compromissos dos quais não podemos abrir mão. Melhor seria que o crente fosse identificado pelo que ele faz e não pelo que ele não faz. Não fumar, não beber, não ir a festas rave, punk ou funk, pode ser importante do ponto de vista espiritual e de testemunho, mas não representa verdadeiramente a vida cristã, pois há muitos não-crentes que são melhores do que nós nisto. É preciso marcar diferença pela qualidade de vida: amorosa, dedicada, fiel, piedosa, conselheira, amiga, justa, transparente, ordeira. Os valores positivos que pudermos mostrar serão nossa bandeira neste mundo caótico.
Temos que transformar o mundo e não tomar a forma do mundo (Rm 12.1,2).
Vamos fazer a diferença com a nossa família!
Fonte: Manchete gospel
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